domingo, 9 de janeiro de 2011

POEMA:Cores feitas de sangue

AUTOR: ULTIMA POESIA

Pintando as cores do mundo a partir do sangue

Brincando com a razão e a lágrima dos nunca esquecidos

Morte é apenas uma palavra que não define tudo.

Mil pessoas não valem mais do que uma

Uma lembrança é apenas um peso de correntes sangrentas de um coração

Vencer os medos é mais do que vencer um amor dentro do peito

Combater a si mesmo diante de um mundo que te joga para fora

Desenhar um sorriso no rosto muda a vida de muitas pessoas mas não a sua

Brincando com as cores que os outros gostam para alguém olhar pra ti

O mesmo carinho não volta, só resta um passado congelado trancado

marcas de tempos mais cheio de cores em um teto possivelmente não melhor

o convencimento que tudo já foi melhor ou irá melhorar

andando desfrutando as sementes que fazem tudo crescer

sentindo que a tudo pode consertar para continuar vivendo

fitar um arco Iris pode ser melhor vista do que sentir uma profunda tumba

pode mudar o sorriso por fora mas não muda as marcas de um coração

desejar ser outro pode ser a matar a si mesmo e ninguem deseja desaparecer

ás vezes é melhor viver com alguém dentro de si do que acreditar em um próximo

medo de punhais que façam novas covas em um ser machucado e cheio de desilusão

Cores são feitas de sangue suor

derivados do medo

cores brincam com você e te fazem não aceitar sua sombra

riem de sua cara pálida e de suas vestes desgastadas pelo peso deste mundo

te obrigam a manipula lãs como se não houvesse outra alternativa

as cores escravas e o escravo das cores

aos que não podem melhorar o mundo, tome o seu falso pincel

brinque com as cores!

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